Mini Cooper agora elétrico
20 10 2008Compacto movida a baterias de lítio tem 200 cv e chega aos 100 km/h em 8s5
A Mini apresentou na manhã desta segunda-feira (20) o tão esperado Cooper elétrico, chamado de MINI E. O modelo flagrado por diversas vezes em testes na Europa foi mostrado oficialmente por meio de fotos e fará sua primeira aparição ao público no Salão de Los Angeles, que começa no dia 21 de novembro. Diferente de modelos híbridos, que trazem motor elétrico e a combustão, o MINI E é totalmente elétrico, contando com a potência vinda de um motor movido a baterias de lítio.
O propulsor se mostra forte com seus 200 cv e 22,4 kgfm de torque. Além disso, ele gira alto, podendo chegar até as 12.500 rpm. Na pista, a Mini informa que o modelo apresenta um bom desempenho. De 0 a 100 km/h, o compacto faz em surpreendentes 8s5. Sua velocidade final, limitada eletronicamente em 152 km/h não é das maiores, no entanto, ela é considerada boa para um carro com peso de 1.465 kg — vale ressaltar que apenas as baterias pesam 260 kg. Além disso, há a grande vantagem de ser um modelo ecologicamente correto, por não ter emissão alguma de poluentes.
Para carregar o MINI E, é necessário deixá-lo ligado “na tomada” por um período de duas horas e meia. Com esta carga, o modelo é capaz de rodar até 240 km em um trajeto controlado, segundo os engenheiros da montadora. A empresa ainda pensa em oferecer as 500 unidades para avaliações de seus próprios clientes. Enquanto o seu BMW ou Mini estiver fazendo algum revisão na concessionária, os clientes usariam o MINI E para avaliação.
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Toyota Prius
17 10 2008Compare preços de DVD no BuscaPé
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Definitivamente as montadoras não tem mais controle do que entra e saí de seus centros de desenvolvimento. A quarta geração do Prius até então um verdadeiro segredo industrial, acaba de pingar na internet. A publicação das primeiras imagem do híbrido mais bem sucedido do mundo são de autoria do fórum PriusChat, especialistas em debates sobre o compacto da Toyota.
O lançamento do novo Prius acontece em janeiro de 2009 no Salão de Detroit, no entanto, o carro renovado chega às concessionárias da Toyota nos países onde é vendido somente em 2010. Visualmente a quarta geração do híbrido continua muito parecido com o modelo atual, exceto por modificações da dianteira que lembram outros da veículos da marca, como o Auris e o Yaris.

Além do novo visual, especula-se que o novo Prius deva adotar um novo motor 1.6 a gasolina, substituindo o 1.5 atual. O conjunto motriz elétrico deve ficar mais eficiente, com baterias menores e com maior capacidade de armazenamento de energia, o que deve aumentar sua autonomia. Outra novidade é a possível adição de painéis solares no teto do carro, que devem servir como uma fonte de energia auxiliar para equipamentos eletrônicos.
Sobre o Toyota Prius
Lançado em 1997 no Japão, o Prius foi o primeiro carro híbrido produzido em massa no mundo. Concebido como uma alternativa aos problemas ambientais e de consumo de combustível, o modelo logo se tornou um sucesso em diversas partes do mundo, em especial nos Estados Unidos e alguns países na Europa. Atualmente, o carro é vendido em 40 países e sua produção ultrapassou a marca de um milhão de unidades este ano.
A motorização híbrida gasolina/elétrica consiste em um motor quatro cilindros a explosão 1.5 litro de 76 cv associado a outro elétrico de 67 cv. O funcionamento individual ou conjunto é determinado pelas condições de condução, proporcionando bom desempenho urbano e especialmente a economia de combustível.
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Tags: Prius, Toyota
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Polo hatch GT
9 10 2008





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Polo hatch volta a ter motor 2.0, desta vez flex e com 120 cv. Roupagem é GT, mas falta pegada para ser um esportivo
É sábado à noite e você marcou de reencontrar aquela garota que não via há alguns anos. Ela está bonita, como sempre foi, de roupa nova, mas falta brilho. Talvez, os sapatos estejam destoando. Quem liga? No fim das contas, o papo agradou. Não sou especialista nato em mulheres ou carros, mas ouso comparar este reencontro ao Polo GT. Trata-se da volta da versão 2.0 do hatch, mas agora com o “novo” motor flex de 120 cv com álcool e preço inicial de R$ 55.400. Atraente, sim, mas falta algo…
Eduardo Marchetti, especialista de produto da VW, explica: “Quem tem este carro quer ser notado. Por isso colocamos itens que destacam a versão especial, atendendo a esse sentimento do proprietário”. Ele se refere à roupagem “GT” dada ao hatch. Na dianteira, o modelo adotou uma grade idêntica à utilizada pelo Polo GTI, edição limitada em 100 unidades comercializada em 2006 no mercado brasileiro. Os faróis ganharam máscara negra e, junto da grade, fazem da dianteira o ponto mais interessante do GT.

Basta olhar a lateral, porém, para perceber primeiro deslize, os “calçados”. As rodas Draco de 15” (mesmas do Fox Extreme), equipadas com pneus 195/55, são bonitas, mas poderiam ser de uma polegada maior. Vale lembrar que seu arqui-rival, o Punto Sporting, sai de fábrica vestido com rodas de 16”. Ainda na lateral, o Polo teve a soleira pintada de preto, para acompanhar a grade dianteira. Na traseira, um aerofólio na mesma cor, a logomarca da série e a saída dupla de escape dão o toque final ao GT.
Assim como aquela garota, o Polo GT sabe agradar. No interior, ele mantém o mesmo conforto das demais versões, com a vantagem de vir mais equipado. O volante tem revestimento de couro e traz a inscrição GT, assim como a soleira das portas e a manopla de câmbio. A pintura cinza fosca tornou o painel mais atraente. O carro tem ainda ar-condicionado digital Climatronic, computador de bordo I-System, alarme com acionamento elétrico dos vidros e portas e volante com regulagem de altura e profundidade. Na hora de estacionar, os apitos denunciam a presença do sempre bem-vindo sensor de estacionamento. Como opcional, há duplo airbag, freios ABS e piloto automático, entre outros itens.

Passada a impressão visual, é chegada a hora de saber se o encontro realmente valeu a pena, ou seja, vamos acelerar. O motor 2.0 flex rende 116 cv com gasolina e 120 cv com álcool, ambos a 5.250 rpm. O torque é mais interessante: são 17,3 kgfm presentes logo aos 2.250 rpm. Sendo assim, a saída do hatch chega a animar. Encher as três primeiras marchas garante um sorriso no rosto. Dá pra superar os 100 km/h em menos de 10 segundos, diz a Volks. Mas o Polo 2.0 hatch à gasolina fazia praticamente a mesma coisa em 2002. O GT está longe de lembrar o empolgante desempenho do GTI, que tinha motor 1.8 20V turbo de 150 cv. Pelo menos os freios a disco nas quatro rodas são de série e seguram bem a rédea dos 120 cv.
Mas um GT não é apenas desempenho, e a dirigibilidade do Polo conta a favor. A direção é justa, assim como a suspensão firme, mas que sabe absorver bem os impactos das acidentadas ruas brasileiras. Não há diferença alguma em relação aos outros modelos da linha, da qual o GT deverá responder por 10% das vendas.
No fim da noite, digo, da avaliação do GT, lembro da tal garota. Se você for esperando muito, pode achar que falta alguma coisa. Mas ela tem bom papo, é divertida. E já que não há nada muito melhor no horizonte (os demais “GT” do mercado andam menos que esse Polo), ela, ou melhor, o Polo GT acaba valendo a pena.
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